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Mostrando postagens de janeiro, 2016

O sorriso de Ana

Um dia normal. Ana levou o dia  como de costume, com suas atividades rotineiras. Ao longo do dia fazia pequenas paradas para imaginar. Imaginava coisas, sonhos, vontades. Imaginava aqueles 'se's" que muitos pensam, mas poucos falam. E se hoje acontecesse algo de extraordinário e mudasse minha vida. E se hoje aquele sonho tão sonhado torna-se realidade. E  em meio aos "e se... e se" ia vivendo seu dia. Ao entardecer resolveu sair, mesmo sem muita vontade. Vestiu seu lindo vestido azul, fez suas próprias combinações - já características suas- sandálias que combinavam com o cinto que combinava com a bolsa que combinava com acessórios e por aí vai. Ana encontrou seus amigos, conversou, riu , se divertiu sem perceber que havia olhos que a fitavam. Mas de repente  num pequeno relance ela encontrou os olhos que a perceberam e nesse exato momento o mundo de Ana parou! Ela se perdeu dentro daquele olhar que sorria pra ela. Um olhar que falava muito mais que um belo poema....

Colorindo

Há pouco tempo a febre do momento era livros para colorir- para os mais crescidinhos. A finalidade era pintar e desestressar. As fábricas de papel com certeza não tiveram aborrecimentos, pois produziram muito bem como as de lápis coloridos- acho que quem chorou mesmo foi a natureza! Quantas árvores! Confesso que comprei um. No início foi uma experiência bacana, lembranças da infância apareceram na memória. Pintei uma, duas, três páginas e bastou para eu entender que o que desestressa a vida não é a cor no papel e sim o colorido na alma. Guardei meu livro, fiz dos lápis enfeites para a escrivaninha, abri a porta e fui viver. Flavinha

Viver

Sempre gostei de escrever à lápis. A sensação de poder reescrever é melhor; Errou? Apague e escreva novamente. Sei que com a vida não é bem assim. Há erros que não há borracha que apague. Mas ainda bem que existem a noites. Nada como uma noite após um dia de erros.  Nada como a noite e um sono renovador. Nada como a noite ... e o lápis, ambos me permitem escrever e reescrever um dia após o outro. Flavinha

Espetáculo

Final de tarde, sol quase encostando a linha do horizonte em uma despedida lenta do dia.Diante deste cenário, Ana homenageava a natureza, tanto com seu vestido delicadamente floreado como com sua beleza que lembrava uma flor; Ela passeava , passo a passo, lentamente observando todo movimento que se apresentava. O sol  se misturando à noite, os pássaros que passavam em bando aninhando-se às árvores, um vento suave que faziam dos galhos dos arbustos uma coreografia. E lá ao fundo, quase desparecendo, ela, uma borboleta que dançava ao som do vento , a luz de um semi-luar. Embora sua leveza e delicadeza, não se deixava dobrar pelo o vento , ao contrário, a cada soprar um passo, uma dança nova. E assim foi  terminando o dia, uma fusão do céu que escurecia , a paisagem e a dança de uma borboleta só e seu espetáculo. E a Ana? Fascinantemente hipnotizada pela poesia que a natureza escrevia. Flavinha 

Sentir

As vivências Os sentimentos Ora alegres ora tristes Sabor de conquista, de perda Por mais que se tente exprimir, explicar Palavras , gestos e atitudes  não alcançam. De todos, Somente as lágrimas têm o real poder  Traduzir o sentimento da alma.  Flavinha