Final de tarde, sol quase encostando a linha do horizonte em uma despedida lenta do dia.Diante deste cenário, Ana homenageava a natureza, tanto com seu vestido delicadamente floreado como com sua beleza que lembrava uma flor; Ela passeava , passo a passo, lentamente observando todo movimento que se apresentava. O sol se misturando à noite, os pássaros que passavam em bando aninhando-se às árvores, um vento suave que faziam dos galhos dos arbustos uma coreografia. E lá ao fundo, quase desparecendo, ela, uma borboleta que dançava ao som do vento , a luz de um semi-luar. Embora sua leveza e delicadeza, não se deixava dobrar pelo o vento , ao contrário, a cada soprar um passo, uma dança nova. E assim foi terminando o dia, uma fusão do céu que escurecia , a paisagem e a dança de uma borboleta só e seu espetáculo. E a Ana? Fascinantemente hipnotizada pela poesia que a natureza escrevia. Flavinha