Através da janela
Um pequeno feixe de luz
Do alto vejo os carros indo e vindo
Um trânsito apressado
Parece que a vida urge
O minuto que para parece uma eternidade.
De uma outra vista
Vejo através do mesmo feixe de luz
O vento soprando
Folhas voando
Sol esquentando
A natureza falando.
Apenas quero que conserve em mim
A percepção de cada um desses mundos
A vida que urge
E a natureza que fala
Que meus olhos possam sempre estar sensíveis aquilo que se apresenta diante da minha alma.
Um pequeno feixe de luz
Do alto vejo os carros indo e vindo
Um trânsito apressado
Parece que a vida urge
O minuto que para parece uma eternidade.
De uma outra vista
Vejo através do mesmo feixe de luz
O vento soprando
Folhas voando
Sol esquentando
A natureza falando.
Apenas quero que conserve em mim
A percepção de cada um desses mundos
A vida que urge
E a natureza que fala
Que meus olhos possam sempre estar sensíveis aquilo que se apresenta diante da minha alma.
Lindo poema, Flavinha! Posta mais aqui no Blog!!!!
ResponderExcluirObrigada! :)
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